


O Gil, no início muito desconfiado, que se escondia assim que me via, que só comia quando me via virar costas, está a pouco e pouco a acreditar que só lhe quero fazer bem.
Adora esta cama, não só para apanhar os seus banhos de sol, o mais descontraído que se possa imaginar, mas também para ver os pombos que fazem ninho no telhado da varanda e que, como sabem que não são apanhados, os provocam constantemente: fazem vôos contra os vidros subindo logo para o telhado.
O Gil e o Gui vão ser castrados no próximo fim-de-semana.

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