Foi para casa dos seus novos donos, no domingo, dia 22.
Muito obrigada, V. por não terem ficado indiferentes à beleza e ternura deste jovem.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
ADOPTADO - Gatinho do Parque de Estacionamento
terça-feira, 17 de junho de 2008
O penúltimo bebé da Saki

Actualização: - após autópsia, confirmou-se que este bebé faleceu devido a um problema congénito, tinha o coração demasiado grande para o seu tamanho (provavelmente, devido à sua mãe ser uma gata demasiado pequena, e ainda muito jovem)... tal como já sucedera aos seus outros irmãos.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Estranhas posições / Novas amizades





Já passaram, e continuam a passar, muitos gatos pela minha vida: todos muito diferentes, de várias cores e feitios, incluindo uma linda tripé. Todos de raça europeu comum, com excepção de um lindo siamês que durante 1 mês me pediu ajuda. Foi numa altura muito complicada da minha vida com outro animal, mas ultrapassado este período, e apesar de não me sentir minímamente preparada para ajudar este gato, fi-lo. Como costumo dizer "nada acontece por acaso".
Já devia estar habituada às suas posições de descanso, mas o que é facto é que nunca tinha visto nenhuma tão engraçada como a do Gil. Relaxa por completo e nem sequer acorda para a foto.
Com a abertura de novos horizontes, e como seria natural, a grande amizade do Gui/Gil "arrefeceu" um pouco e chegou agora a altura do Gui se aproximar do diabrete do Fofinho.
domingo, 15 de junho de 2008
sábado, 14 de junho de 2008
Primeiro Miado
"AIKO" (愛子)
愛 (AI) "amor, afeição" e 子 (KO) "criança"
Aiko, resgatada do Canil/Gatil Municipal de Lisboa a 17/04/08, juntamente com os filhotes que aí dera à luz, revelou-se, desde cedo, uma verdadeira mãe-coragem (ensinando a irmã Saki a parir; amamentando não só os seus próprios bebés, como também os 4 rebentos que Saki adoentada deixara para trás, mais a ninhada de 3 que faleceram logo no 1º dia fora do Canil/Gatil e, ainda, um malogrado "pendura") em detrimento da sua própria saúde, que, a cada dia que passava, definhava a olhos vistos.
Desde que a maternidade deu lugar a Creche em open-space e as mamadas já não são tão frequentes, Aiko tem vindo a comer muito melhor, recuperando já uma visível barriguita e demonstrando o seu pêlo (melhor cuidado, derivado da boa alimentação) uma coloração tão invulgar quanto bela.
Enquanto viveu na maternidade-improvisada, Aiko ainda me deixava fazer algumas festinhas na sua cabeça, chegando ao ponto de dar jeitinho e tudo.
No entanto, sempre foi a mais assustada das gatas adultas que se encontram comigo. E, quando se viu em liberdade na sala, começou a esconder-se atrás do sofá, cada vez que alguém entrava, não me deixando sequer tocar-lhe.
No entanto, com o passar dos meses, foi-se habituando à minha presença e tolerando-a cada vez melhor, bem entendido com as devidas distâncias (eu, sentada no sofá, e ela, ao longe, aninhada numa das caminhas).
Esta noite, para minha grande surpresa, ouvi pela primeira vez o miado de Aiko!...
Um miado doce e terno, num tom muito suave, sereno como o nome que lhe escolhi e assenta na perfeição.
Um miado para chamar os filhos e sobrinhos para a hora da mamada. Reunindo-os a todos e lambendo cada um deles cuidadosamente.
De salientar que Aiko e Saki tem continuado a revezar-se nas horas das mamadas dos bebés, demonstrando, assim, entre a espécie animal, uma solidariedade muito maior do que aquela que normalmente os próprios Homens têm entre si.
O primeiro miado de Aiko é sinónimo de que ela parece estar a melhorar do estado cadavérico em que se encontrava e das mazelas psicológicas do lugar a que sobreviveu.
Quando o desmame tiver lugar, será a primeira a ir ao Vet., para que a sua recuperação seja total e possa, finalmente, viver em paz... pobre gatinha!
sexta-feira, 13 de junho de 2008
2 meses
Faz hoje, exactamente, 2 meses que fomos ao Canil/Gatil Municipal de Lisboa para “reservar” os gatos que aí deram entrada, alvo da queixa de um/a morador/a do meu bairro, que se sentia incomodado/a com a presença dos pobres bichos nos quintais das traseiras.
Nestes 2 últimos meses, muita coisa se passou…
Mas o que interessa mesmo para a história é que, quer os 6 adultos quer os 7 bebés se encontram de boa saúde e a recuperar dos tempos de penúria que viveram.
A Yoko já arranjou uma dona e mudar-se-á em Julho para a sua casa nova.
Os 7 bebés ainda não estão prometidos a qualquer dono que seja, apesar de já terem aparecido 7 pessoas interessadas em os adoptar.
Curiosamente, mesmo tendo feito uma divulgação restrita deste caso, de modo a tentar arranjar donos de confiança para estes animais, cada uma das 7 pessoas interessadas nos bebés era bem pior que a anterior (quem conhece de perto toda a história sabe que este meu desabafo tem uma plena razão de ser e não se prende, de modo algum, com o facto de me ter transformado numa mãe-galinha destes bebés)...
Conclusão, já os poderia ter “despachado” a todos, mas, quem me conhece, sabe que a minha vida jamais teria sossego face à incerteza de saber o que poderia ter acontecido a estes bebés.
Quanto à Aiko e Saki (gatas-mães), ao Gui, Gil e Mariana (os 3 que se encontram com a minha mãe), muito parcas são as palavras de carinho, quanto mais alguém interessado em os adoptar!...
Em relação a este blog (que criámos para dar conhecimento do quotidiano destes animais e, consequentemente, tentar encontrar-lhes donos), de há umas semanas para cá, tem vindo a “morrer” progressivamente: os comentários deixaram de existir na quantidade inicial, apesar de, por dia, ainda passarem por aqui cerca de 20 e poucas pessoas…
O website que me comprometera a criar, com uma página de adopção para cada um destes animais, ainda não está concluído, pois o trabalho no emprego tem sido mais que muito e, quando chego a casa, ainda tenho os animais para tratar.
Espero conseguir pô-lo activo até ao fim deste mês… se é que ainda terá algum interesse, já que este “esquecimento" geral parece ser significativo!...
Face a toda esta história e ao seu desenvolvimento, logicamente, tenho plena consciência que me tenho vindo a tornar muito mais dura em relação a situações ligadas à (suposta) defesa dos direitos dos animais, e demasiado amarga quanto a uma série de vivências mais pessoais!...
É, precisamente com histórias deste género (mais dramáticas), que nos apercebemos daqueles com quem podemos, efectivamente, contar nos melhores e nos piores momentos das nossas vidas…
Uma verdadeira lição de vida... que, infelizmente, me tem entristecido bastante!
Depois de 2 meses, o cansaço e esforço físico (e financeiro) são consideráveis!...
Muita da minha rotina diária mudou em função destes animais: para os conseguir tratar em condições (e das minhas próprias gatas) passei a ter que me levantar às 6h da manhã; a ter que fazer os possíveis (e impossíveis) para sair do emprego (que me consome demasiado) às 18h para estar em casa a tempo de lhes dar comida; a cancelar uma série de saídas e encontros, quando os gatinhos ainda tinham semanas, para poder controlar as suas mamadas e as doenças que tiveram…
Um sem fim de situações, das quais não me arrependo... já que fui eu própria que me atirei de cabeça (e coração) para esta história (e, por norma, assumo sempre as coisas em que me meto)!
Como, também, não me arrependo de tudo o que se passou desde o início: as doenças, o ter que regressar ao Canil/Gatil por uma boa causa e com 3 bebés mortos nas mãos, a parteira imprevista, as mortes dos bebés mais frágeis, as mamadas com biberon...
Se fosse hoje, voltaria a fazer o mesmo para salvar estes animais, pura e simplesmente, porque considero que, para a minha própria consciência, seria muito pior continuar a viver com a certeza que tinha ficado de braços cruzados sabendo onde aqueles animais tinham ido parar e qual o seu destino final.
Hoje em dia, quando vislumbro os olhos cada vez mais tranquilos dos adultos e observo atentamente o sono repousante ou as brincadeiras endiabradas dos mais pequerruchos, tenho a certeza absoluta de que agi bem... e só espero conseguir dar a todos estes animais uma vida (e eventuais) donos em condições e de muita confiança!
A Focinhito pintalgado
Desde as primeiras semanas, o seu rosto bem peculiar (com aquela mancha cinza azulada estampada em pleno focinho) chamava a atenção.
Contrariamente ao que sucedeu com o seu irmão, a Focinhito, em bebé era muito agarrada à mãe Aiko e tia Saki, é, actualmente, uma das mais reguilas, o verdadeiro palhacito do grupo, sempre a fazer diabruras.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
O Laranjinha

Desde bebé o mais cobiçado da ninhada (devido à particularidade da coloração do seu pêlo), parece ter herdado do pai o feitio pachorrento e meigo Q.B.
Apelidado de "Simba", adora brincar com os irmãos e primos e, juntamente com a mana Tartaruga Tricolor, é dos que mais odeia que lhe limpem o focinho com soro fisiológico.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
A Tartaruguinha
A mais parecida com a mãe, foi também, desde o início, a mais destemida e a primeira a arranjar uma forma alternativa de sair de dentro da maternidade-improvisada.
Não nego que, desde que em bebé começou a amaranhar pelos meus braços acima para se aninhar nas minhas costas, cativou-me bastante.
Nos últimos dias tem comido com tal satisfação que se transformou neste lindo potezinho redondo...
Mariana


A tímida Mariana percebeu que já não tinha que fugir de ninguém, que tinha comidinha a horas certas e que todos gostam dela.
Resolveu fazer companhia ao Gil.... depois ocupar o sofá sozinha.
A transportadora da varanda onde passou algumas noites sozinha (o Gui e o Gil foram os mais afoitos, como já aqui tinha dito) ficou vazia; já explorou a casa toda, apesar de preferir o quarto e a sala.
A Mariana é uma gatinha muito meiga, gosta de festinhas, mas a única coisa que pede é que respeitem a sua maneira de ser: estar no seu cantinho e não ser obrigada a fazer nada a que ainda não está habituada.
terça-feira, 10 de junho de 2008
O Menino da Mamã
Em bebézinho, parecia ser um dos filhotes da Aiko mais brincalhões.
Conforme tem vindo a crescer, demonstrou ser, na verdade, um menino-da-mamã e das tias... andando sempre a aninhar-se ao lado delas, muito sossegadinho, enquanto os irmãos e primos correm alegremente uns atrás dos outros pela sala inteira.
Desde ontem à noite, para meu grande espanto, passou, também, a aninhar-se no meu colo quando me sento no chão, conforme vê os outros filhotes fazerem.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
A Tartaruga Tricolor
Esta filhota da Aiko, desde muito pequenina, revelara-se como tendo uma personalidade bem forte, liderando os irmãos... pela força e brincadeira!
Nessa altura, inocentemente (e sem querer estar a impingir animais a quem quer que seja, simplesmente porque não faz parte do meu feitio!), pareceu-me que seria a gata ideal para fazer companhia ao gato de um casal de amigos.
Mas como, na maioria das vezes, na vida, as coisas nem sempre correm como desejamos, tive que me contentar em ouvir que esses mesmos amigos seriam apenas "um último recurso", caso não conseguisse arranjar mais donos para estes gatinhos.
Actualmente com 7 semanas, a Tartaruguinha Tricolor demontra ser a mais independente e autónoma da ninhada da Aiko. Estando sempre a provocar com brincadeirinhas predatórias a tia Yoko.
Há dois dias a Tartaruguinha Tricolor escolheu um novo poiso para dormir, afastada dos seus irmãos: a TV Box do Clix, bem quentinha!
domingo, 8 de junho de 2008
Open Space
Devido ao calor que se tem feito sentir, e como a família escolheu desde logo o local para o seu novo ninho, esta tarde a Creche (ex-maternidade improvisada) fechou de vez e criançada ficou em open space geral.
Depois da Aiko, também a mãe Saki, bastante cansada por ainda se encontrar a amamentar, decidiu subir pela primeira vez para cima do sofá da sala... onde tem permanecido desde então, como se sempre tivesse conhecido as delícias da vida numa casinha.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
À descoberta... do corpo humano
Primeiro descobriram as minhas mãos e braços, quando ainda viviam dentro da maternidade-improvisada...
quarta-feira, 4 de junho de 2008
Demonstração Física...
... de como conseguir limpar uma Creche e sala, com 3 bebés a subirem-nos pelas calças acima.
De há uma semana para cá, todos os dias, ao final da tarde, quando chego a casa, é isto que se passa...
terça-feira, 3 de junho de 2008
Mudança de Posições
Desde que a Creche abriu, as mudanças têm sido (mais que) muitas!
Os bebés têm um espaço de movimentação maior para as suas brincadeiras, andando sempre em animadas correrias.
Também a Aiko, Saki e Yoko alteraram as suas rotinas e espaços físicos, demonstrando sentirem-se muito mais à vontade dentro de casa...
Esta noite, entrou pela primeira vez para dentro da Creche, aninhando-se com os sobrinhos (que previamente havia recolhido, apanhando alguns pelo cachaço e transportando-os até à cama).
Mas, também, com 2 gatas-mães e uma tia-adoptiva (já para não falar da mãe-galinha-humana), melhor seria impossível para estes pequerruchos tão prendados!
Longe vão os tempos de sofrimento!...
Uma nota final para agradecer...
À Dora & Daniel, pelo contributo financeiro que nos disponibilizaram, o qual será utilizado para comprar ração para os bebés, mães e tia Yoko e ajudar a pagar parte da prestação da conta do Vet., no final deste mês.
À Maria, pela ração que enviou ontem via H., para os bebés.
... 3 pessoas muito especiais, que, ao longo de todo este tempo, não se têm esquecido destes 13 gatinhos.
Muito obrigada, também, pelas vossas palavras (sempre) cheias de esperança e por continuarem a escutar os meus desabafos por e-mail!
Brincadeiras





Não podia ter reagido melhor: raramente a larga e até para cima da minha cama (local eleito por ele e pelo Gui desde que alargaram horizontes) a leva.
Diga-se de passagem que também não é (não são) muito exigentes nos brinquedos. Um simples atacador de sapatos faz as suas delícias: mordisca, provoca os outros....
A técnica do atacador já tinha resultado, anteriormente, com um outro gato, que alguém dizia ser feral, e que se tornou um poço de mimo.
O Gil, ex-gato de rua, está a adaptar-se muito bem à sua nova vida: além de brincalhão, como qualquer gato da sua idade, é muito meigo, come que até dá gosto ver e dá-se muito bem com outros gatos. Como tudo para ele é novidade dentro de uma casa, gosta de se sentar em frente à máquina de lavar roupa a vê-la rodar.... só ainda não percebeu lá muito bem que ruído é aquele que sai da outra do lado (máquina de lavar louça). Quando ando a aspirar a casa/varrer as varandas senta-se, muito quietinho a observar-me, sem quaisquer receios.
Apesar de me deixar fazer festas, com muita calma, não é até agora, (nem sei se algum dia será) gato de colo.
A minha experiência com gatos, ao longo destes anos, diz-me que a personalidade de uns se revela mais rapidamente que outros, mas se os soubermos respeitar e amar tal como são, temos um amigo fiel para a vida.
domingo, 1 de junho de 2008
COMUNICADO
A Yoko já não se encontra para adopção... por ter sido, esta tarde, pré-adoptada!
No próximo mês de Julho irá para a casa nova da sua dona... quem sabe, talvez, com um dos bebés (de quem tanto gosta), para lhe fazer companhia.




